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Brasília, 26 de julho de 2017 - 17:41
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Segunda-feira, 20 de março de 2017

Mudanças de atitude e campanhas de conscientização reduzem consumo de água no STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) apresentou, no início de 2017, o menor consumo médio de água dos últimos quatro anos. Em janeiro e fevereiro, houve uma redução de cerca de um terço do consumo, em relação ao ano anterior, resultado de diversas medidas que já vinham sendo tomadas nos últimos anos, mas se intensificaram a partir do agravamento da crise hídrica no Distrito Federal.

Além de medidas de ordem prática, são realizadas campanhas para a conscientização dos servidores em relação à importância de economizar água nas dependências do Tribunal, e, por meio de informativos internos, são oferecidas dicas para economia dos recursos hídricos também nas residências.

Medidas

Diversas áreas do Tribunal vêm alterando suas rotinas de trabalho, de forma a racionalizar o uso da água. Alguns serviços programados foram suspensos, como a lavagem da área externa (pedras portuguesas) e da marquise em mármore do Edifício Sede, bem como das fachadas dos Anexos II e II-B.

Também houve mudança na rega das plantas, que passou a ser feita com regadores, uma a uma, sempre antes das nove horas da manhã, quando necessário, para evitar a evaporação rápida da água.

Foram instalados redutores de pressão nas pias dos banheiros e houve substituição das descargas de válvulas por caixas acopladas.

A limpeza de carros oficiais foi outro item que passou por adequação. A lavagem da frota passou a ser feita a seco, o que possibilitou a economia de aproximadamente 90% no consumo de água com o serviço.

Há, ainda, verificação constante de possíveis vazamentos e excessos de consumo por meio de rondas preventivas e acompanhamento dos hidrômetros do Tribunal.

Queda

Com a atenção especial à utilização dos recursos hídricos no STF, a média mensal de consumo, no ano passado, foi de 3.947 metros cúbicos de água, com gastos médios de R$ 91 mil. Nas contas do primeiro trimestre de 2017, a média foi de 687 metros cúbicos, e os gastos foram de R$ 18 mil. Nos anos anteriores, o consumo médio foi de 4.248 (2015) e 4.577 (2014).

Desde agosto de 2016, o consumo vem sendo regularmente menor quando comparado com o mesmo período dos anos anteriores. Confira os dados no gráfico a seguir, ressaltando que os meses indicam a data de pagamento, ou seja, referem-se ao consumo do mês anterior.

 

 

 



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