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Brasília, 8 de abril de 2020 - 16:12
Exposições Imprimir

2019


 

 

 

     

Exposição

A atuação de Djaci Falcão no STF foi marcada por diversas realizações, como expõe a mostra. Entre elas, a participação em comissão que auxiliou na Reforma do Poder Judiciário (1977); a concepção do Museu do Supremo; e parceira com a UnB para a informatização de processos. Quanto a melhorias para os servidores da Casa, destacam-se a modernização de equipamentos e a contratação de médicos.

Fotografias originais, indumentárias, objetos pessoais cedidos pela família e documentos estão reunidos na exposição, que ficará disponível ao público até o fim de dezembro. Podem ser vistos registros desde a infância na Paraíba até a posse no STF, passando por volumes de julgamentos relevantes.

Um pôster amplia fotografia do ministro na juventude, quando serviu ao Exército em 1944. Outra imagem retrata o casamento com Dona Maria do Carmo, com quem teve três filhos. Condecorações que fizeram parte da trajetória do magistrado também estão expostas no local. Vários outros objetos remontam a vida pessoal e profissional do magistrado. 

 
     

Biografia

O ministro Djaci Falcão nasceu em 4 de agosto de 1919 e faleceu, de causas naturais, no dia 26 de janeiro de 2012. Natural da cidade de Monteiro, na Paraíba, foi ministro do STF por 22 anos, e ocupou a cadeira de número sete. Ele assumiu o cargo no STF em 22 de fevereiro de 1967, na vaga aberta em decorrência da aposentadoria do ministro Antônio Martins Vilas Boas, e nele permaneceu até 26 de janeiro de 1989, quando foi sucedido pelo ministro Paulo Brossard.

Presidiu a Suprema Corte no biênio de 1975/1977 e, pouco antes, também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Graduado pela Faculdade de Direito do Recife, Djaci Falcão chegou à Presidência de todos os tribunais que integrou ao longo de sua vida na magistratura, como o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE) e o Tribunal Regional Eleitoral do mesmo estado (TRE-PE).

 
Fotos: Carlos Moura/STF/SCO
     
     
Centenário do Ministro Djaci Falcão
Quando: de 21 de novembro a 17 de dezembro, horário de expediente
Onde: Hall dos Bustos do STF
Entrada franca
Informações: 3217-3588
Classificação indicativa: livre
   

 

 

 

     

Obras de arte, réplicas, cartas e diversos objetos foram cedidos por museus de todo o país para compor a exposição, promovida pela Secretaria de Documentação (SDO) do STF. O objetivo é homenagear o marco que provocou profundas mudanças na organização político-jurídica brasileira. Entre elas estão o aparelho de montaria do marechal Deodoro da Fonseca, datado de 1890. A peça em couro, metal e outros materiais é mantida pelo Museu Julio de Castilhos, do Rio Grande do Sul. O quadro Proclamação da República (1893), de Benedito Calixto, cujo original pertence à Pinacoteca de São Paulo, recria o momento da proclamação, com o marechal Deodoro ao centro de oficiais, enquanto civis acenam com suas cartolas.

 

 
     

Outra imagem exposta para a visitação é uma fotografia de 1885 que retrata a princesa Isabel, o marido e seus três filhos. O registro foi feito com técnica que mistura sais de prata e albumina, anterior à introdução do papel fotográfico de gelatina.

Para trazer o original da Constituição 1891 do Rio de Janeiro a Brasília especialmente para a mostra, foi necessária uma cuidadosa força-tarefa, como explica a diretora-geral do Arquivo Nacional, Neide De Sordi. “É um documento de valor inestimável, que exige rigor na conservação para que possa ser preservado para as próximas gerações”, resumiu. O transporte foi feito em avião da Força Aérea Brasileira e, todos os dias, especialistas aferem a temperatura e a umidade do ambiente em que ele está acondicionado.

 
Fotos: Carlos Moura/STF/SCO
     
     
A República e o Supremo
Quando: de 6 de novembro a 17 de dezembro, horário de expediente
Onde: Espaço Menezes Direito do STF
Entrada franca
Informações: 3217-3588
Classificação indicativa: livre
   
 

 

 

   

Movimento em repouso 

  

 

Um primeiro olhar não é suficiente para reconhecer as edificações de Brasília nas fotografias de Thomas Kellner, expostas a partir dessa segunda-feira (12) no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito, no Supremo Tribunal Federal. Mas, ao firmamos a vista, o Teatro Nacional Cláudio Santoro, o Catetinho, a Igreja Nossa Senhora de Fátima e outros prédios da capital estão lá, como que dançando para o observador.

O efeito é fruto da técnica adotada pelo fotógrafo alemão, que parte da figura estática e, estendendo a película aplicada à folha de contato, confere impressão de movimento à obra e ao título da exposição. A mostra Movimento em Repouso vai até o dia 8 de outubro e está aberta à visitação de segunda à sexta-feira em horário de expediente. Para o público externo ela ocorre junto com o programa de visitação pública ao STF. Trata-se da segunda exposição decorrente do acordo entre o Supremo Tribunal Federal e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, tendo Charles Cosac como curador. Dessa vez, as obras, montadas pela Secretaria de Documentação/STF e Museu Nacional da República, foram cedidas pela Galeria Karla Osorio.

Sobre o artista

Thomas Kellner nasceu em Bonn, em 1966. Estudou arte, sociologia, ciências políticas e economia na Universidade de Siegen. Desde 1997, trabalha e reside igualmente em Siegen. Nos anos 2003-4, o artista foi convidado a lecionar no departamento de arte e fotografia na Universidade de Giessen, e, desde 2005, é convidado como expert de fotografia para encontros em Houston, Begin e Brasília.

Chicago, Colônia, Giessen, Hamburgo, Londres, Los Angeles, Munique, Nova York, Portland e Brasília foram algumas das cidades nas quais que receberam exposições individuais do fotógrafo.

 

Movimento em Repouso
Quando: até 8 de outubro, horário de expediente
Onde: Espaço Menezes Direito do STF
Entrada franca
Informações: 3217-3588
Classificação indicativa: livre

 

 

 

 

Nessa terça-feira (4/6), dois eventos marcaram a celebração da Semana do Meio Ambiente no STF.

O primeiro, às 11h, foi a abertura da exposição “Água: uso consciente”. A mostra, promovida pelo Comitê de Responsabilidade Socioambiental e pela Secretaria de Documentação (SDO), traz fotografias, desenhos e colagens, cedidas ao Tribunal pelo Museu das Águas de Porto Alegre (MUSA). Os trabalhos, doados por artistas engajados com causas ambientais, ficarão expostos durante a semana para o público interno e externo.

O segundo evento, realizado às 14h, foi o plantio de mudas de ipês na área ao lado do bosque dos Ministros. A iniciativa contou com a participação da secretária de Documentação, Naiara Pichler, e da coordenadora de Memória e Gestão Documental, Ana Paula Alencar Oliveira, e teve apoio da Novacap, que mapeou o terreno, abriu as covas, realizou a adubação e doou as mudas para o plantio.

Abertura: 4 de junho de 2019.

 

 

 

 

 

Em convênio com o Museu Nacional da República, o Supremo Tribunal Federal (STF) recebe em sua sede a exposição “Brasiliense, um breve panorama”. Com 41 peças, a mostra revela obras produzidas na cidade desde os anos 1960. “A arte produzida em Brasília nesse período corresponde, com certa harmonia, à arte produzida coetaneamente no Brasil e no mundo. Brasiliense é, pois, grosso modo, quase tudo que se produziu nesta cidade desde a sua fundação”, disse Charles Cosac, diretor do Museu Nacional da República.

A arte produzida em Brasília, ela própria, “cidade-arte”, com suas edificações, é suporte a essa linguagem escultórica presente em toda parte, segundo o curador. “Constituem, assim, não meros complementos, mas estruturas imprescindíveis a tais edificações”.

Obras de Roberto Burle-Marx, Alfredo Ceschiatti, Athos Bulcão e Darlan Rosa fazem parte da exposição. Dos 37 artistas que assinam as peças, 23 são professores ou ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB). “O destino conferiu a existência das artes visuais da Capital Federal a seu maior polo cultural, a UnB, e às iniciativas espontâneas, focos e talentos independentes”. “Brasiliense celebra a primeira exposição fruto de um promissor convênio entre o Museu Nacional da República e o Supremo Tribunal Federal, a quem somos cordialmente gratos”, afirma Charles Cosac.

As peças ficam expostas até 30 de julho, no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito, no STF.

Abertura: 22 de abril de 2019.

 

 


Exposição de fotografias e citações de mulheres da Casa. A exposição presta um tributo à igualdade, reafirmando que a distinção biológica entre homem e mulher jamais pode servir de fundamento ao exercício de poder de um ser em prejuízo de outro.

 

 

“Fruto de uma história contínua de luta em busca da igualdade de direitos e oportunidades entre os sexos, a ressignificação do papel social feminino tem-se igualmente afirmado no espaço jurídico-constitucional da Nação”, diz trecho da exposição.

Abertura: 8 de março de 2019

 

 

 

A exposição reproduz, em espaços cenográficos, a ambientação do universo feminino da época com peças originais da década de 60 (utensílios, mobiliário, vestuário e até mesmo automóveis). Segundo a curadora, Tânia Fontenele, a proposta é resgatar as memórias de mulheres que exerceram as mais diversas funções, “contribuindo silenciosamente para a construção da nova capital”. Há, também, imagens femininas coletadas de revistas e propagandas da época.

A mostra exibe, num mini cinema, o documentário “Poeira & Batom – 50 mulheres na construção de Brasília”, que reúne entrevistas com mulheres pioneiras e filmes históricos.

A exposição é aberta ao público nos horários de visitação ao STF, de segunda a sexta-feira às 10h, 11h, 14h, 15h, 16h e 17h. Mais detalhes sobre a visitação pública ao STF estão disponíveis no portal.

Abertura: 8 de março de 2019

 

 

Fruto da premiação concedida pelo Programa Memória do Mundo, da UNESCO, a exposição sobre os processos de reconhecimento da união estável homoafetiva e a garantia dos direitos fundamentais aos homossexuais estará disponível a partir desta quinta-feira (7), até o dia 28 de fevereiro, no Espaço Cultural Ministro Menezes Direito, no subsolo do Edifício Sede.

A exposição promete apresentar aos espectadores um conjunto de ações que culminaram para a relevância histórica do acordão que tem amplitude nacional. Desde os processos físicos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4277) e da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 132) ao prêmio concedido pela UNESCO poderão ser vistos pelo público interno e externo do Tribunal.

De acordo com o coordenador de memória e gestão documental, Marcelo Jesus dos Santos, “a exposição é um excelente canal de divulgação e valorização dos acervos históricos do Tribunal”. Para ele, a premiação feita pelo Comitê Nacional do Programa Memória do Mundo, da UNESCO é uma honraria recebida por um processo histórico, que reconheceu a união homoafetiva como entidade familiar sujeita às mesmas regras e consequências da união estável heteroafetiva.

“O que tornam especiais os processos escolhidos é o caráter único”, ressalta Ester Mauch, servidora da Coordenadoria de Gestão e Memória Documental. Ela, que coordenou a equipe de trabalho para inscrição no programa da UNESCO, acredita que, apesar de recente, o reconhecimento da união estável homoafetiva marcou a luta de pessoas pelo direito de construir uma família, independente da orientação sexual. “A maioria dos processos que ganharam o MoW focam no antigo, mas o nosso é um marco significante e que gera impacto futuro”, esclarece Ester.

O Programa Memória do Mundo é uma iniciativa internacional estabelecida em 1992 pela UNESCO. O objetivo é reunir a memória coletiva e documentada, representada pelo patrimônio documental da humanidade, guardado em bibliotecas, museus, acervos e locais de custódia espalhados pelo globo. O Comitê Nacional do Brasil da Memória do Mundo da UNESCO foi criado no âmbito do Ministério da Cultura pela portaria MinC n° 259, de 2004. Em sua 14ª edição, o prêmio Memória do Mundo no Brasil (Memory of the World, MoW Brasil) selecionou dez das 29 candidaturas para serem inscritas no Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo.

Abertura: 7 de fevereiro de 2019

 

2018


 

Exposição de 60 ilustrações de diversos tamanhos feitas apenas com canetas esferográficas coloridas. Cada obra retrata detalhes da cultura de diferentes cidades brasileiras e alguns de seus monumentos, como em um cartão-postal, porém desenhado.

Há também uma série de desenhos lúdicos, com personagens e cenas inusitadas do cotidiano, que levam não apenas ao sorriso mas também à percepção de que até mesmo objetos dos mais simples podem ganhar outras formas de serem vistos e de provocar reflexão. É, portanto, arte a ser apreciada por pessoas de todas as idades.

Alguns desenhos estão em grandes formatos, para que se percebam bem seus detalhes. Há os que foram feitos em poucos minutos e outros que levaram horas para serem concluídos.

As peças lúdicas surgiram em momentos de descontração do artista, quando uma ideia divertida lhe veio à mente e tudo o que tinha em mãos era uma caneta e um papel.

Ao usar apenas a tinta permanente das canetas, o artista sabe que corre riscos, pois os traços não podem ser apagados, corrigidos ou desfeitos. Isso, contudo, termina por propiciar o encontro perfeito entre liberdade criativa e técnica bem apurada, mostrando ao público que não há por que ter medo de se expressar e de se divertir caprichosamente com sombras e perspectivas.

Para aumentar o desafio, todos os desenhos foram feitos sem auxílio de régua ou corretivo.
Cada tinta colorida no papel é bem pensada e definitiva. Cada lampejo de criatividade se materializa com cuidado e paciência, o que torna a obra ainda mais primorosa.

A exposição convida o público a se divertir com uma arte diferente, que tem o poder de nos transportar para um mundo novo e particular de traços, cores e texturas.

O artista

Jailson Belfort nasceu em São Luís/MA e radicou-se em Brasília no ano de 1999. Começou a desenhar na infância, tendo como referência o apresentador de tevê e ilustrador Daniel Azulay. É formado em Design pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA (1998). Trabalha com publicidade em agências de propaganda desde 1991, como arte-finalista, ilustrador e diretor de arte. Experiente na área de criação, projeto gráfico e diagramação de revistas e jornais, atua também na confecção de peças publicitárias, criação de logos e identidade visual. Foi autônomo por 5 anos, período em que desenvolveu projetos para uma carteira variada de clientes. Atualmente é designer gráfico no Supremo Tribunal federal (STF). Uma de suas maiores referências é o artista gráfico holandês Maurits Cornelis Escher.

Acesse o catálogo da exposição.

Abertura: 10 de julho de 2018


 

 

 

 

 

A história da criação de um órgão de cúpula do Poder Judiciário no Brasil remonta ao ano de 1808, data da vinda da família real portuguesa para o Brasil, ocasião em que o antigo Tribunal da Relação do Rio de Janeiro é transformado em Casa da Suplicação do Brasil, última instância judiciária do País, para onde os tribunais das províncias remetiam recursos e apelações.

Com a Independência, esse nome é alterado para Supremo Tribunal de Justiça, denominação que vigora de 1829 até o fim do período monárquico. E, uma vez proclamada a República, observa-se na recém-promulgada Constituição de 1891 nova mudança de nome, agora registrado como Supremo Tribunal Federal, designativo que prevalece até os dias atuais.

Em todo esse período, mais de dois séculos, a memória da instituição mantém-se preservada, entre outros registros, por meio de ilustrações e fotografias que a retratam nas suas mais diferentes épocas. O acervo a esse respeito guarda inúmeras imagens dos edifícios-sede em momentos significativos de sua história e com a arquitetura que lhe era típica. Do exterior de cada prédio, de cada fachada ou pórtico reproduzido, entrevemos o recorte de um tempo que a mão do desenhista ou o olho do fotógrafo não deixou de registrar.

Vistos de seu interior, temos desses grandes edifícios imagens de personagens que lhe ocuparam o espaço, sejam de ministros que neles desempenharam seu dever de ofício, sejam de outros, não menos protagonistas, que ali estiveram por liturgia em honrosas e memoráveis visitas. Não são poucos os quadros de bela representação retratados no ambiente do nosso Supremo Tribunal, quer nas antigas sedes do Rio, quer neste moderno palácio de Niemeyer.

Além dessas reproduções, há outras de guarda particular cedidas por servidores. Inscritas entre os períodos de 1960 a 2000, todas contribuem para evocar algum momento marcante à memória do Tribunal ou do País e constituem instantâneos não menos dignos de registro e apreciação.

Por sua importância memorialística, o Supremo Tribunal Federal apresenta ao público uma seleção de fotografias e imagens que retratam momentos históricos da instituição ao longo de sua secular existência. Esse acervo nos permite um mergulho no tempo que dá a conhecer o passado e toda a tradição através do qual a criamos e sobre a qual ainda temos muito por construir.

Acesse o catálogo da exposição.

Abertura: 19 de setembro de 2017

 


 

 

 

 

 

 

Waldomiro de Deus – ou das estrelas, nas palavras do músico Geraldo Vandré – tornou-se pintor famoso por retratar o cotidiano brasileiro em traços simples e cores marcantes. Nascido em 1944, na cidade baiana de Itagibá, Waldomiro ganharia o mundo como o maior representante da arte naïf brasileira.

Ainda garoto, um pau de arara o levou em direção à sua primeira parada: São Paulo. Na cidade grande, engraxava sapatos e rabiscava panfletos de rua. Em uma dessas, despertou a admiração de um italiano, que lhe deu emprego, abrigo, tintas e telas. Sua exposição inaugural foi ao ar livre, nas ruas do Viaduto do Chá. A partir daí, não parou mais.

As primeiras peças, em cartolina, foram logo arrematadas, e o dinheiro da compra serviu como combustível para produzir outras obras de arte. Com a ajuda do mecenas Terry Della Stuffa, Waldomiro atravessou o Oceano Atlântico e levou as cores do Brasil à Europa. Em Paris, já artista renomado, recebeu até mesmo um onírico beijo do mestre surrealista Salvador Dalí.

A arte de Waldomiro de Deus simplesmente não se prende a rótulos. Imprime todos os sentimentos, representando a religiosidade, a política e a cidadania do Brasil em matizes próprios, primitivistas. O folclore brasileiro também é tema de sua predileção.

Reconhecido internacionalmente como grande talento, tendo recebido vários prêmios ao longo de sua carreira, o artista nos brinda com alguns de seus quadros, que em conjunto constituem um apanhado de mais de meio século de sua frutífera e gloriosa trajetória no mundo das artes.

Acesse o catálogo da exposição.

Abertura: 13 de junho de 2017

 
  Gestor: SECRETARIA DE DOCUMENTAÇÃO Última atualização: 03/12/2019 17:16:38
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